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Sexta-feira, 01 de Maio de 2026

Nossa Terra e Nossa Gente

Vilda Maria dos Santos Pacheco

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Lucas Bonebergr
Por Lucas Bonebergr
Vilda Maria dos Santos Pacheco
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partir do advento do Iluminismo, por volta do século XVIII, nós, seres humanos, que já tínhamos aprendido a viver em uma civilização, percebemos que, para viver, precisávamos de organização e de um sistema. Desde então, alguns sistemas foram imaginados, criados, testados e substituídos. Vimos o fim do feudalismo, o surgimento e a queda das monarquias e, por último, a república.

E, por falar em Iluminismo, coube ao pensador francês Montesquieu a tarefa de pensar em um sistema administrativo que serve como base para os atuais governos democráticos, embora talvez a ideia não tivesse sido originalmente democrática. Em sua obra O Espírito das Leis, o autor sugere a divisão em três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

Com o surgimento dos nossos países e a implementação do sistema mencionado anteriormente, governos foram, governos voltaram, candidatos foram eleitos e as bancadas nunca foram as mesmas.

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A cada quatro anos, desde sua emancipação, Barra do Ribeiro foi escrevendo sua história legislativa. Vários foram os vereadores eleitos e reeleitos; para os candidatos, a continuidade do trabalho sempre se põe à prova a cada quatro anos. Porém, em meio a essa incerteza dos membros da casa do povo, nas últimas décadas temos uma certeza: a presença do trabalho gentil, educado e carinhosamente lembrado de uma servidora pública que por lá está há 28 anos.

Vilda Maria dos Santos, nascida no dia 6 de março de 1957, em sua cidade natal, General Câmara — ainda na época das parteiras —, é filha de Laides de Souza dos Santos e Artelino dos Santos. Como sua cidade natal não oferecia muitas oportunidades de serviço, seguiu os passos do irmão, Valdelino, que veio para nossa cidade trabalhar na Glorex.

Em terras barrenses, ela conheceu e, por sete anos, foi noiva de Erossílvio. O casal teve quatro filhos: Dener, Tiago, Lucas e Paola.

Na fábrica de calçados, trabalhou durante quatro anos, até prestar concurso como servidora pública, no qual foi aprovada. No mandato do então prefeito Dr. Wilmar, trabalhou na Creche Tia Romana por oito anos. Já no mandato do agora vereador Cirineu, passou para a prefeitura, onde ficou por um ano, quando recebeu a portaria para integrar o Legislativo do município.

Como muito lembrado na edição nº 1697 do jornal Novo Tempo, em homenagem realizada pela própria Câmara de Vereadores, seu trabalho digno — do qual ela sempre ressalta a crença na educação e no respeito — merece destaque. No dia 6 de março, ela completou 28 anos em sua atual função e, no dia 13 de abril, 37 anos como servidora pública.

Em suas lembranças, menciona que acompanhou o trabalho de vereadores que marcaram época, como Celestino, Nilva, Omar Salomon, Nenê Naibert, Toninho Ongarato, Adair e Jair Machado, entre outros que têm seus nomes sempre lembrados.

E, para quem pensa que ela pretende parar por aí — apesar de agora também ocupar o cargo de avó da Flora —, está muito enganado. O trabalho de dedicação, para a sorte dos nossos vereadores e também da nossa população, que por ela também é representada, segue firme, tendo em Vilda alguém gente como a gente.

Lucas Bonebergr

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