Durante a semana fui surpreendida com um convite para comemorar o natalício de uma pessoa na Fábrica de Gaiteiros.
Fiquei bastante entusiasmada e comecei a pensar no presente que iria dar para o homenageado.
Apostei na simplicidade, porém antes consultei a mãe dele para tentar errar o menos possível.
A festa era domingo. O dia estava frio. Quando cheguei ao local já havia muitas pessoas por lá e cada uma que chegava era possível ver, no semblante de cada uma, a felicidade por estar participando daquele momento tão especial.
Conheci aquele guri quando ele ainda era criança. Era meio quieto, quase arredio.
Lembro de vê-lo ir para o colégio, compenetrado, seus cabelos meio loiros voando com o vento e os olhos brilhando como que adivinhando o futuro que teria pela frente.
Esta festa de aniversário foi bem especial para ele, pois ali estavam reunidas muitas pessoas que compartilharam suas vidas com a dele.
Sempre que vejo um jovem como ele, penso nos pais. Penso na bênção que foi sua mãe aceitar trazê-lo ao mundo, também penso no tanto de preocupação que causou e nas pequenas e grandes conquistas que alcançou até este dia.
Foi tão bonito ver seus amigos músicos tocando para ele e com ele. Mais lindo ainda ver e ouvir os depoimentos que eles fizeram a respeito do seu jeito de ser, sua conduta como profissional e amigo.
Eu que nem parente sou, fiquei tão orgulhosa dele, de ver seu crescimento e sua evolução como músico e pessoa. Aliás torno público, aqui, minha admiração por este guri sério, dedicado ao seu ofício, competente e inigualável quando está no palco acompanhando os mais diversos músicos.
Guilherme, mereceste cada palavra e cada elogio que foi feito no dia do teu aniversário e, daqui desta coluna, te desejo a realização dos teus sonhos na medida em que eles servirem para te fazer um ser humano cada vez melhor e um baterista sempre em busca da perfeição.
Feliz aniversário, Gui!