A superstição é algo muito antigo nas civilizações humanas, remete-se aos primórdios, como a Pré-história e a Idade Antiga. A ciência explica que, em certo momento da história da humanidade, o homem, sem ter maiores conhecimentos científicos para interpretar as manifestações da natureza, acasos ou coincidências, acabava por temer essas situações. Então, imaginava algumas coisas e fantasiava outras, tais como deuses, seres invisíveis e forças ocultas, a fim de tentar explicar tais fenômenos a seus líderes e sociedades.
Dessa forma, surgiram as mitologias. As mais populares são: Mitologia Grega, Mitologia Nórdica e Mitologia Africana.
Nesse mesmo cenário, surgiram inúmeras religiões e seitas, em diversas sociedades, nos mais diferentes e longínquos lugares.
Vejamos algumas das principais tragédias acontecidas no Brasil e no mundo, em agosto.
Primeira Guerra Mundial, suicídio do presidente Getúlio Vargas, a renúncia do presidente Jânio Quadros, as duas bombas atômicas no Japão, na Segunda Guerra Mundial, as mortes de Elvis Presley, Princesa Diana, Carmen Miranda, o ex-presidente Juscelino Kubitschek, o candidato a presidente em 2014, Eduardo Campos, quedas de aviões, desastres naturais e muitos outros.
Pensando de outra forma, menos supersticiosa, devemos inclinar um olhar mais carinhoso para agosto, pois é o mês que antecede a primavera e isso nos dá um alento, pois o inverno, este ano, está castigando o povo gaúcho, novamente com enchentes e temperaturas muito baixas.
Para matar a curiosidade, sugiro uma rápida pesquisa na internet sobre as desgraças que já aconteceram no mês de agosto. Por certo, ficarão surpresos!
Como diz o ditado: "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay".
Deixando de lado as superstições e as desgraças, desejo a todos, dentro do possível, um bom agosto e um ótimo setembro, em que esperamos ansiosos pela primavera.