No início desta semana, a Gestão Ambiental das obras de duplicação da BR-116 — entre Guaíba e Pelotas — divulgou um novo boletim referente às atividades realizadas nos meses de maio e junho.
Segundo o DNIT, nos últimos meses foram transplantadas duas árvores de butiá e outras quatro corticeiras-do-banhado. A medida faz parte do Programa de Monitoramento e Conservação da Flora, documento no qual são definidas as formas de resgate e replantio de espécies vegetais ameaçadas de extinção ou imunes ao corte.
Conforme consta no boletim da Gestão Ambiental, desde o início das obras de duplicação já foram transplantadas 4.375 árvores, as quais atingiram uma taxa de sobrevivência de 61,8%. O índice é considerado satisfatório e, de acordo com o documento, atesta a eficácia do método utilizado no manejo.
O programa prevê que as árvores transplantadas sejam monitoradas trimestralmente ao longo de um período de três anos. Rompido esse prazo, caso o resultado aponte que o transplante não tenha se mostrado efetivo, deve haver a compensação ambiental para cada árvore morta.